A conversa que une o time · Palmas
Método

Quem grita, repete duas vezes.
Quem se aproxima, é ouvido de primeira.

Nada de aula teórica: cada ideia já sai praticada no chão, com retorno na hora. Três movimentos sustentam o nosso trabalho.

I.

Aproximar

Antes de dar uma instrução, aproxime-se de quem vai ouvir: olhe pra pessoa, confirme que ela tem espaço pra perguntar.

II.

Explicar

Frases curtas, ditas de perto, no ritmo de quem está no meio do trabalho. A clareza vem da prática — nunca do tom de comando.

III.

Escutar

Toda orientação nova parte do que a pessoa já sabe fazer. Escutar primeiro evita repetir o que já ficou claro.

O que se treina aqui

Instrução é fácil.
Ser entendido, nem sempre.

Instrução. Passar o recado uma vez só, de um jeito que não precisa repetir três vezes.

Segurança. Espaço pra dizer “não entendi” ou “isso não tá seguro” sem medo de parecer fraco.

Turno. Passar o que aconteceu no seu turno pro próximo, sem esquecer o que importa.

Reconhecimento. Dizer o que deu certo, na hora, pra quem fez — não só apontar o que faltou.

O retorno

Sem enrolar,
sem machucar.

Cada prática recebe um retorno direto: o que ficou claro, o que travou e o que treinar no próximo encontro. Sem elogio vazio — e sem broncas sem saída.

Os retornos ficam anotados no caderno do time, pra ver a evolução de um mês pro outro.

Escolher uma formação
◆ ◆ ◆

«Bonito é explicar de um jeito que o colega do lado entende na hora.»»

Método Conversa entre Pares

É assim que a conversa
muda o seu turno.

O primeiro passo é uma conversa. Conta pra gente o que trava a comunicação no seu time.

Trocar uma ideia